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Manutenção de máquinas no Paraná: guia para reduzir falhas, aumentar segurança e melhorar a disponibilidade industrial
Manutenção de máquinas no Paraná é o tema central deste guia técnico para indústrias que buscam segurança e conformidade.
O que é manutenção de máquinas e por que ela é estratégica para a indústria
Manutenção de máquinas é o conjunto de inspeções, diagnósticos, ajustes, correções e testes técnicos realizados em máquinas industriais para preservar a operação contínua, reduzir falhas, aumentar a segurança e manter a confiabilidade operacional dos equipamentos.
Para indústrias que buscam manutenção de máquinas no Paraná, o tema vai além de consertar um equipamento depois de uma parada inesperada.
A manutenção industrial especializada deve ser entendida como parte da gestão de performance da produção, pois ajuda a identificar sinais de desgaste.
Falhas mecânicas e falhas elétricas antes que comprometam a disponibilidade das máquinas industriais, a segurança dos operadores e o fluxo produtivo.
Na prática, uma estratégia de manutenção bem conduzida contribui para:
- Maior disponibilidade dos equipamentos: máquinas inspecionadas e acompanhadas tendem a operar com menor exposição a interrupções não planejadas.
- Mais segurança para operadores e equipes de manutenção: a avaliação de componentes, comandos, acionamentos e dispositivos de segurança reduz riscos operacionais associados ao uso diário das máquinas.
- Confiabilidade operacional: diagnósticos técnicos ajudam a entender a condição real dos equipamentos e a priorizar intervenções com base em evidências.
- Melhoria da produtividade industrial: ao reduzir paradas inesperadas e recuperar a performance das máquinas, a produção ganha mais previsibilidade.
- Aumento da vida útil das máquinas: ajustes, substituições de componentes desgastados e revisões periódicas ajudam a preservar sistemas mecânicos, elétricos e de automação.
O ponto central é que manutenção de máquinas não deve ser vista apenas como reparo emergencial.
Quando tratada de forma estratégica, ela se torna uma ferramenta de controle técnico sobre a operação: monitora condições, antecipa falhas, documenta intervenções e apoia decisões sobre continuidade operacional, segurança, adequação normativa e possíveis modernizações futuras.
É nesse contexto que a MB12 Automação Industrial atua.
Com mais de 10 anos no mercado industrial, a empresa desenvolve soluções conectadas à segurança, à inovação e à eficiência operacional, com experiência em NR-12, adequação de máquinas, retrofit, projetos, treinamentos especializados e manutenção industrial.
Essa visão integrada é especialmente importante para empresas que precisam manter máquinas em operação contínua sem perder de vista a confiabilidade, a responsabilidade técnica e a proteção das pessoas que utilizam os equipamentos no dia a dia.
Manutenção preventiva e corretiva: diferenças, aplicações e impacto nas paradas de produção
| Critério | Manutenção preventiva | Manutenção corretiva |
|---|---|---|
| Momento de aplicação | Antes da falha, com inspeções planejadas e acompanhamento das condições da máquina | Após a identificação de falha, anomalia, parada ou perda de performance |
| Objetivo principal | Antecipar problemas, reduzir riscos de paradas inesperadas e preservar a confiabilidade operacional | Recuperar a operação, corrigir falhas mecânicas ou elétricas e restabelecer o funcionamento seguro |
| O que costuma envolver | Verificação de componentes, análise de desgaste, avaliação de painéis elétricos, comandos industriais, sensores, atuadores e sistemas de acionamento | Ajustes, substituições de componentes desgastados, correção de falhas, revisão de comandos e testes de funcionamento |
| Melhor aplicação | Máquinas críticas, equipamentos em operação contínua ou processos nos quais a parada pode gerar impacto relevante na produção | Situações em que a falha já ocorreu ou quando há perda evidente de desempenho, ruídos, aquecimento, instabilidade ou interrupção operacional |
| Papel na gestão industrial | Apoia o planejamento da manutenção e a previsibilidade das intervenções | Atua na retomada da produção e na eliminação da causa identificada da falha |
A manutenção preventiva deve ser entendida como uma rotina técnica planejada, não apenas como uma checagem superficial.
Ela envolve inspeções, diagnósticos e revisão de componentes para identificar sinais de desgaste, desalinhamentos, falhas elétricas iniciais, aquecimento em painéis, mau funcionamento de comandos industriais ou comportamento irregular em sistemas de acionamento.
Quando bem aplicada, ajuda a equipe de manutenção a tomar decisões antes que o problema evolua para uma parada não programada.
Na prática, a preventiva contribui para a disponibilidade dos equipamentos porque permite observar a condição real da máquina ao longo do tempo.
Isso inclui avaliar componentes mecânicos sujeitos a esforço, conexões elétricas, dispositivos de comando, sensores, atuadores e elementos de segurança.
O ponto central é transformar manutenção em gestão de performance: em vez de agir apenas quando a máquina para, a indústria passa a acompanhar sinais técnicos que indicam perda gradual de confiabilidade.
A manutenção corretiva, por sua vez, é a intervenção realizada quando uma falha já foi identificada ou quando a máquina apresenta perda de performance.
Ela pode envolver correção de falhas mecânicas, reparos em circuitos elétricos, substituição de componentes desgastados, ajustes em comandos industriais, revisão de sistemas de acionamento e testes para confirmar se o equipamento voltou a operar de forma adequada e segura.
Isso não significa que a corretiva seja sempre sinônimo de improviso.
Em muitos ambientes industriais, ela é necessária e faz parte da estratégia de manutenção, especialmente quando o diagnóstico aponta um defeito específico que precisa ser corrigido.
O cuidado está em evitar que a empresa trabalhe apenas no modo emergencial, pois decisões tomadas sem análise técnica podem levar à troca desnecessária de peças, repetição de falhas ou retorno incompleto da performance da máquina.
A escolha entre manutenção preventiva e corretiva não deve ser absoluta.
O mais indicado é avaliar a criticidade da máquina, o regime de operação, os riscos de parada, a disponibilidade de componentes, a segurança dos operadores e o impacto do equipamento no fluxo produtivo.
Máquinas em operação contínua, por exemplo, tendem a exigir maior atenção preventiva, enquanto falhas pontuais podem demandar ações corretivas bem documentadas e seguidas de testes de funcionamento.
Um ponto frequentemente negligenciado é a causa raiz.
Trocar um componente desgastado pode resolver o sintoma imediato, mas não necessariamente elimina o fator que provocou o desgaste.
Por isso, o diagnóstico técnico precisa considerar o conjunto: parte mecânica, parte elétrica, comandos, acionamentos, condições de operação e dispositivos de segurança.
Essa visão integrada reduz decisões baseadas em tentativa e erro e ajuda a priorizar intervenções com mais responsabilidade técnica.
Nesse contexto, a MB12 atua com inspeções e diagnósticos técnicos em máquinas industriais, identificando falhas mecânicas e elétricas.
Revisando componentes e sistemas industriais, realizando ajustes, substituições e correções em painéis elétricos, comandos e sistemas de acionamento.
Após as intervenções, os testes de funcionamento e os relatórios técnicos ajudam a documentar as atividades executadas, favorecendo maior controle sobre a manutenção e apoiando a continuidade operacional com foco em segurança e confiabilidade.
Como funciona um diagnóstico técnico em máquinas industriais
Um diagnóstico técnico em máquinas industriais é a etapa que orienta a manutenção antes da intervenção.
Em vez de atuar apenas sobre o sintoma visível, a análise busca entender a condição real do equipamento, identificar possíveis causas raiz e definir quais ações devem ser priorizadas para reduzir risco operacional, perda de performance e paradas não programadas.
Checklist educacional de diagnóstico
Antes de executar uma manutenção especializada, normalmente é importante avaliar:
- Condição geral da máquina e sinais visíveis de desgaste, desalinhamento, folgas, aquecimento, ruídos anormais ou vibração.
- Integridade de componentes mecânicos sujeitos a esforço, atrito ou fadiga.
- Estado de painéis elétricos, comandos, conexões, proteções, sensores, atuadores e elementos de acionamento.
- Funcionamento dos sistemas de acionamento, incluindo respostas de partida, parada, reversão, controle e segurança operacional.
- Condição dos dispositivos de segurança, considerando proteções, intertravamentos, botões de emergência e demais recursos aplicáveis ao equipamento.
- Histórico de falhas, recorrência de paradas e comportamento da máquina em operação contínua.
- Necessidade de testes de funcionamento após ajustes, correções ou substituições.
- Registro das atividades em relatório técnico, para apoiar decisões futuras de manutenção, segurança e gestão de performance.
Etapas comuns de uma avaliação técnica
Embora cada máquina exija uma análise compatível com sua aplicação, porte, criticidade e regime de operação, um diagnóstico bem conduzido costuma considerar algumas etapas principais.
A inspeção visual é o primeiro filtro técnico.
Ela ajuda a identificar indícios de falhas mecânicas, vazamentos, cabos danificados, componentes desgastados, proteções ausentes ou alterações que possam comprometer a operação segura.
A análise mecânica observa elementos como fixações, conjuntos móveis, transmissão, rolamentos, guias, correias, engrenagens, folgas e pontos de desgaste.
Essa etapa é importante porque muitas falhas elétricas ou de automação percebidas na operação podem ter origem em esforço mecânico excessivo, desalinhamento ou perda de condição física do equipamento.
A avaliação elétrica verifica painéis elétricos, comandos, conexões, dispositivos de proteção, sensores, atuadores e sinais de aquecimento, mau contato ou falha de alimentação.
Em máquinas industriais, problemas elétricos podem gerar paradas intermitentes, comportamento instável e dificuldade de rastrear a causa quando não há documentação adequada.
A verificação de comandos e acionamentos analisa como a máquina responde aos comandos de operação.
Isso inclui partidas, paradas, ciclos automáticos, resposta de sensores, atuação de dispositivos e integração entre sistemas mecânicos, elétricos e de automação.
A avaliação dos dispositivos de segurança é indispensável porque manutenção e segurança não devem ser tratadas separadamente.
Intertravamentos, proteções, botões de emergência e demais recursos de segurança precisam ser observados dentro do contexto de uso da máquina, considerando operadores, equipes de manutenção e riscos associados à operação.
Por fim, os testes de funcionamento e a documentação técnica ajudam a validar as intervenções realizadas e registrar o que foi identificado.
O relatório técnico não é apenas um documento administrativo: ele cria rastreabilidade, apoia a gestão de manutenção e reduz decisões baseadas em tentativa e erro.
Por que o diagnóstico evita manutenção por tentativa e erro
Quando uma máquina apresenta falha, é comum que a pressão pela retomada da produção leve a intervenções rápidas.
No entanto, substituir componentes sem entender a causa raiz pode mascarar o problema, gerar reincidência e dificultar a priorização das ações mais importantes.
O diagnóstico técnico permite separar sintomas de causas prováveis.
Uma parada pode estar relacionada a componente desgastado, falha elétrica, comando inadequado, sensor com leitura inconsistente, atuador com perda de resposta, acionamento comprometido ou até interação entre diferentes sistemas.
Ao analisar a máquina de forma integrada, a manutenção deixa de ser apenas reparo emergencial e passa a contribuir para confiabilidade operacional.
A MB12 realiza inspeções e diagnósticos técnicos antes da execução dos serviços, avaliando falhas mecânicas e elétricas, componentes, sistemas industriais, painéis elétricos, comandos, acionamentos e dispositivos de segurança.
Essa abordagem está alinhada à atuação da empresa em manutenção especializada, NR-12 e retrofit, sempre com foco em segurança, continuidade da produção e responsabilidade técnica.
O que deve ser avaliado em uma manutenção de máquinas industriais?
Em uma manutenção de máquinas industriais, devem ser avaliados os componentes mecânicos, os painéis elétricos, os comandos, os sensores, os atuadores, os sistemas de acionamento, os dispositivos de segurança, o histórico de falhas e o desempenho da máquina em operação.
Também é importante realizar testes de funcionamento e documentar as atividades em relatório técnico, para orientar decisões futuras e aumentar a confiabilidade da manutenção.
Segurança, NR-12 e dispositivos de proteção na manutenção industrial
A manutenção industrial não deve ser vista apenas como uma forma de recuperar performance ou evitar paradas.
Em máquinas industriais, ela também é uma prática diretamente ligada à segurança dos operadores, das equipes de manutenção e à conformidade normativa.
Quando comandos, proteções, sensores, acionamentos e dispositivos de segurança não são avaliados em conjunto, uma falha técnica pode se transformar em risco operacional.
No contexto da NR-12, a segurança de máquinas envolve medidas de proteção, sistemas de comando seguros, dispositivos de parada, proteções físicas, sinalizações, procedimentos e documentação compatíveis com os riscos do equipamento.
Este entendimento não substitui uma análise técnica específica nem uma avaliação normativa detalhada, mas ajuda a mostrar por que manutenção, adequação de máquinas e segurança precisam caminhar juntas.
Durante uma manutenção, alguns pontos merecem atenção especial:
- Condição dos dispositivos de segurança, como proteções, sensores, chaves, intertravamentos e sistemas de parada;
- Integridade dos comandos industriais e sua resposta diante de falhas ou acionamentos indevidos;
- Funcionamento dos sistemas de acionamento, especialmente quando há desgaste, instabilidade ou perda de controle operacional;
- Situação de painéis elétricos, componentes de comando e conexões que possam afetar a confiabilidade da máquina;
- Riscos para operadores e equipes de manutenção durante operação, ajuste, limpeza, intervenção ou rearme;
- Necessidade de documentação técnica e registro das atividades executadas após a intervenção.
O ganho técnico está em tratar a manutenção como parte da gestão de riscos da máquina.
Uma intervenção corretiva que apenas substitui um componente danificado pode resolver o sintoma imediato, mas não necessariamente elimina a causa raiz nem reduz o risco associado.
Por isso, ao avaliar falhas mecânicas, elétricas ou de automação, é importante verificar também se os dispositivos de proteção continuam adequados à operação real do equipamento.
Essa integração é especialmente relevante em máquinas que passaram por alterações, mudanças de processo, substituição de componentes, adaptações produtivas ou intervenções sucessivas ao longo do tempo.
Nessas situações, a condição atual da máquina pode não refletir mais o projeto original, o que reforça a importância de uma avaliação técnica criteriosa antes de definir o escopo da manutenção.
A MB12 Automação Industrial atua há mais de 10 anos no mercado industrial e é referência em NR-12, com experiência em adequação de máquinas, retrofits, projetos, treinamentos especializados e manutenção industrial.
Essa conexão entre segurança, inovação e eficiência operacional permite que a manutenção seja conduzida com foco não apenas na continuidade da produção, mas também na proteção das pessoas que utilizam as máquinas no dia a dia.
Quando considerar retrofit junto com a manutenção de máquinas
Retrofit de máquinas é a modernização técnica de um equipamento industrial já existente, com atualização de componentes, comandos, sistemas de acionamento.
Automação industrial ou dispositivos de segurança para melhorar sua condição operacional, sua confiabilidade e sua adequação às necessidades atuais do processo.
Na prática, a manutenção de máquinas nem sempre termina apenas com um reparo pontual.
Em muitos casos, o diagnóstico técnico revela que a falha está ligada a desgaste, obsolescência de componentes, limitações de comando, dificuldade de reposição de peças ou recorrência de paradas associadas ao mesmo conjunto mecânico, elétrico ou de automação.
Nessas situações, pode ser necessário avaliar se o caminho mais adequado é reparar, ajustar, substituir componentes ou modernizar parte do sistema.
De forma conceitual, a decisão pode ser entendida assim:
- Reparar: indicado quando há uma falha localizada e o equipamento ainda mantém boas condições gerais de operação.
- Ajustar: aplicável quando a máquina apresenta perda de performance relacionada a regulagens, alinhamentos, parametrizações ou pequenas correções técnicas.
- Substituir componentes: recomendado quando peças desgastadas, danificadas ou instáveis comprometem a continuidade operacional.
- Modernizar sistemas: considerado quando falhas recorrentes, componentes obsoletos ou limitações de comando indicam que a manutenção pontual pode não resolver a causa estrutural do problema.
Esse ponto é importante porque nem toda parada de máquina deve ser tratada apenas como emergência.
Quando uma indústria observa reincidência de falhas mecânicas ou elétricas, instabilidade em sistemas de acionamento.
Dificuldade de manter comandos industriais confiáveis ou necessidade constante de intervenções corretivas, o problema pode estar além do componente que falhou naquele momento.
O diagnóstico precisa investigar causa raiz, risco operacional e impacto na continuidade da produção.
O retrofit de máquinas pode ser especialmente avaliado quando a manutenção identifica sinais como:
- componentes obsoletos ou de difícil reposição;
- comandos industriais limitados para as exigências atuais do processo;
- sistemas de acionamento com falhas repetitivas;
- baixa confiabilidade operacional mesmo após correções frequentes;
- necessidade de integrar melhorias de segurança, automação e performance;
- incompatibilidade entre a condição atual da máquina e os requisitos de operação contínua.
A decisão, porém, deve ser técnica e consultiva.
Modernizar não significa trocar tudo, assim como reparar não significa ignorar riscos futuros.
O melhor caminho depende da criticidade da máquina, do regime de operação, da condição dos componentes, dos riscos para operadores e equipes de manutenção, além da relação entre segurança, disponibilidade e conformidade normativa.
Nesse contexto, a MB12 atua com manutenção em consonância com soluções de NR-12 e retrofit, conectando diagnóstico técnico, avaliação de dispositivos de segurança, correções em sistemas industriais e modernização quando o cenário exige uma análise mais ampla.
Essa integração é relevante porque segurança de máquinas, automação industrial e continuidade operacional não devem ser tratadas como temas separados.
Para gestores de manutenção, supervisores de produção e engenheiros, a principal orientação é não decidir apenas pela falha aparente.
Antes de optar por reparo, substituição ou retrofit, é recomendável documentar as condições encontradas, avaliar comandos, painéis elétricos, acionamentos, sensores, atuadores e dispositivos de segurança, e então definir a intervenção com base em evidências técnicas.
Veja também o conteúdo sobre retrofit de máquinas para aprofundar quando a modernização pode complementar a manutenção industrial especializada.
Como escolher uma empresa de manutenção de máquinas no Paraná
A escolha de uma empresa de manutenção industrial deve ir além da disponibilidade para atender uma ocorrência.
Para máquinas industriais críticas, o ideal é avaliar se o fornecedor consegue entender o processo produtivo, diagnosticar a causa das falhas, documentar as intervenções e integrar manutenção, segurança e conformidade normativa.
Checklist para escolher uma empresa de manutenção de máquinas
- Experiência técnica no ambiente industrial: verifique se a empresa atua com máquinas industriais, sistemas produtivos e demandas de operação contínua, e não apenas com reparos isolados.
- Diagnóstico antes da intervenção: uma assistência técnica industrial qualificada deve inspecionar o equipamento antes de propor ajustes, substituições ou correções.
- Conhecimento mecânico, elétrico e de automação: falhas em máquinas podem envolver componentes desgastados, painéis elétricos, comandos, sensores, atuadores e sistemas de acionamento; por isso, a análise precisa ser multidisciplinar.
- Documentação das atividades: relatórios técnicos ajudam a registrar o que foi avaliado, quais intervenções foram executadas e quais pontos merecem acompanhamento na gestão de manutenção.
- Foco em segurança: a manutenção deve considerar operadores, equipes de manutenção, dispositivos de segurança e riscos operacionais, especialmente quando há interface com adequação de máquinas e NR-12.
- Clareza de escopo: antes de autorizar o serviço, entenda quais máquinas, conjuntos, componentes e sistemas serão avaliados ou corrigidos.
- Atendimento personalizado: cada indústria possui criticidade, regime de operação e histórico de falhas diferentes; uma boa contratação considera o contexto real da produção.
Para quem busca manutenção de máquinas no Paraná, a decisão deve estar conectada a três objetivos práticos: reduzir paradas inesperadas, aumentar a confiabilidade operacional e preservar a segurança durante a operação.
Isso exige uma empresa capaz de atuar como parceira técnica, não apenas como executora de reparos emergenciais.
Quando o fornecedor compreende a relação entre performance, produtividade industrial, painéis elétricos, comandos, acionamentos e dispositivos de segurança, a manutenção passa a apoiar a continuidade da produção com mais consistência.
Antes de contratar, o gestor de manutenção, supervisor de produção ou engenheiro responsável pode fazer perguntas que revelam a maturidade técnica do fornecedor:
- A empresa realiza inspeção e diagnóstico técnico antes de executar a manutenção?
- O escopo da intervenção será explicado de forma clara?
- A avaliação considera falhas mecânicas e elétricas?
- Os comandos industriais, sistemas de acionamento e dispositivos de segurança serão observados quando aplicável?
- Haverá registro técnico das atividades executadas?
- A empresa entende a relação entre manutenção, conformidade normativa e segurança de máquinas?
- O atendimento considera a criticidade do equipamento e o impacto de uma parada no processo produtivo?
Essas perguntas ajudam a evitar decisões baseadas apenas em tentativa e erro.
Em muitos casos, uma falha aparente pode ser consequência de desgaste mecânico, mau funcionamento elétrico, problema de comando, sensor desajustado, componente obsoleto ou condição insegura de operação.
Por isso, a responsabilidade técnica, a clareza do escopo e a documentação das intervenções são sinais importantes de uma contratação mais segura.
Também é recomendável observar se a empresa atua de forma integrada com temas como NR-12, adequação de máquinas, retrofit e automação industrial.
Essa visão é relevante porque a manutenção não deve ser tratada separadamente da segurança e da confiabilidade.
Ao avaliar comandos, proteções, acionamentos e dispositivos de segurança, a assistência técnica pode identificar pontos que exigem correção imediata, acompanhamento ou uma análise mais ampla de modernização.
Nesse contexto, a MB12 Automação Industrial se diferencia pela equipe técnica especializada e pelo profundo conhecimento em sistemas mecânicos, elétricos e de automação.
Com mais de 10 anos de atuação no mercado industrial, a empresa trabalha com manutenção de máquinas, adequação conforme NR-12, retrofits, projetos e treinamentos especializados, sempre com foco em segurança, inovação, eficiência operacional e responsabilidade técnica.
A MB12 atua principalmente no Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo, atendendo indústrias de diferentes portes que buscam mais segurança e continuidade produtiva.
Para uma decisão mais assertiva, o caminho mais adequado é solicitar uma avaliação técnica personalizada.
A MB12 pode analisar as condições das máquinas, identificar necessidades de manutenção preventiva ou corretiva, avaliar componentes e sistemas industriais e orientar a melhor abordagem conforme o estado do equipamento e o contexto da operação.
Quando fazer manutenção preventiva?
A manutenção preventiva deve ser considerada quando a indústria deseja acompanhar as condições dos equipamentos, identificar falhas antecipadamente e reduzir a dependência de intervenções emergenciais.
Quando a manutenção corretiva é necessária?
Ela é indicada quando a máquina apresenta falha, perda de performance, parada inesperada ou funcionamento fora do esperado, exigindo intervenção técnica para restabelecer a operação.
Qual é a relação entre manutenção e NR-12?
A manutenção contribui para a segurança de máquinas ao avaliar dispositivos de proteção, comandos, acionamentos e condições que podem impactar operadores e equipes de manutenção.
A NR-12 deve ser tratada com responsabilidade técnica e análise adequada.
Por que o diagnóstico técnico é importante?
Porque ajuda a identificar a causa provável da falha, priorizar intervenções, evitar trocas desnecessárias e documentar as atividades realizadas, apoiando uma gestão de manutenção mais confiável.
Fale com a MB12 sobre manutenção de máquinas no Paraná na sua indústria!
Para avançar com segurança em manutenção de máquinas no Paraná, o próximo passo é uma avaliação técnica.
A MB12 conduz esse diagnóstico considerando a realidade de cada equipamento e processo.
Principais perguntas sobre manutenção de máquinas no Paraná
Quando considerar retrofit junto com a manutenção de máquinas?
Retrofit de máquinas é a modernização técnica de um equipamento industrial já existente, com atualização de componentes, comandos, sistemas de acionamento.
Manutenção preventiva e corretiva: diferenças, aplicações e impacto nas paradas de produção?
A manutenção preventiva deve ser entendida como uma rotina técnica planejada, não apenas como uma checagem superficial, especialmente em contextos relacionados a manutenção de máquinas no Paraná.
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